Priorizando o coração

Lembro da cara de espanto da minha peer coach ao se deparar com o tema escolhido para o trabalho final do Self and Professional Coaching. Eu queria encontrar um namorado, na realidade eu queria entender onde estava errando em não encontrar. Ou como dizem por aí­ descobrir porque tenho dedo podre… o que tem de errado com o meu dedo que só aponta os caras errados. Essa pergunta me fiz várias vezes e sei que muitas amigas ainda a fazem.

Ela relutou muito em aceitar o tema, mas eu também sei ser muito persuasiva. E a fiz encarar isso como uma oportunidade de desenvolver um novo pacote de serviços. Funcionou e muito bem o processo, tí­nhamos uma meta que foi cumprida na época.  Mas a realidade é que eu não estava tão inclinada a manter um relacionamento profundo e duradouro. O que eu queria mesmo era sair da zona de conforto e me aventurar na descoberta de novas possibilidades.  Quebrar as barreiras invisíveis que criei e que impediam pessoas bacanas de se aproximarem.

A grande descoberta da época foram: valorizar o momento e tirar lições do que foi. Passados dois anos desse desafio, me sentindo mais forte e focada em conseguir agora sim um relacionamento mais profundo, me lancei no duplo desafio de eu mesma criar o meu método de coaching de relacionamento.

E foi exatamente assim que comecei meu processo, com o objetivo claro de arrumar um namorado em 6 meses. E como boa usuária da internet, sai em busca de diversos aplicativos e sites que poderiam me ajudar a colocar em prática meu método.  Optei por dois deles, sendo um pago e outro free. Criei meu perfil e ativei os filtros de seleção de acordo com o que eu queria.

Num misto de métodos de vendas, endomarketing, coaching e recrutamento & seleção, me deparei com 400 candidatos me mandando e-mails, picadinhas e curtidas.  Desses 400 candidatos inicias, 80 evoluí­ram de um simples OI para uma mensagem com mais conteúdo.  Dos 80 conteúdos, 10 foram bem em suas aventuras escritas. Por algum tempo os e-mails trocados me permitiram entender o que valia a pena evoluir e o que não passaria de amizade. Eu adoro novos amigos, mas não era o caso do meu processo.  Eu queria um namorado.

Três foram os escolhidos para um papo ao vivo. Afinal nem todos que escrevem bem, conseguem se manter desenvoltos diante de um interlocutor.  Assim eu conheci o meu noivo, bom papo e com uma disposição enorme em se tornar PhD em Renata. É ele me conhece muito bem, as vezes me surpreendo com o tanto que ele sabe de mim. Do que gosto de comer, beber, dos mimos que me faz, dos livros que curto e dos assuntos que amo.

Resolvi escrever e compartilhar um pouco da minha história, porque vem chegando o dia dos namorados. Todos os anos, eu ouço amigas e amigos reclamando que não encontraram a pessoa certa. Pois é, para encontrar um às vezes é preciso conhecer 400.  E como não temos tanto tempo disponí­vel assim, uma ajuda da tecnologia é muito bem-vinda. Pode parecer racional demais tudo o que escrevi, mas se de forma passional não está dando certo, o que te impede de tentar mudar?

Só te peço uma coisa: Não desista”. Lá fora tem uma pessoa legal te esperando. Quebre as barreiras emocionais que te impedem de avançar e curta sim um dia dos namorados diferente esse ano, buscando um novo recomeço. Se precisar de uma ajudinha, um coaching de relacionamento pode ajudar.1

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